27.12.08

Ontem, eu e a minha cara-metade juntamo-nos com dois casais amigos e fomos até a um barzinho bastante porreiro nas Antas, que tem karaoke.

 

Verdade seja dita, que a clientela do tal espaço já não é a mesma de anos anteriores, mas passou-se um bom bocado.

 

E serviu essencialmente para (re)ouvir pela milionésima músicas de Tony Carreira e relembrar músicas de uma das primeiras - se não a primeira - boys band em Portugal: os Excesso.

 

 

link do postescrito por anid, às 19:13  opina à-vontade

22.12.08

... e anseio-a porque é uma oportunidade para reunir a família, primos especialmente com quem costumo falar pelo messenger (ah, que boas são as novas tecnologias...).

 

Bem, mas o mais 'chato' é ver que os canais de televisão continuam todos os anos a fazer os eternos 'Natal dos hospitais', sem trazerem nada de novo. Não digo que a intenção não seja boa, mas...

 

A questão que coloco é realmente se estes momentos de tanta caridade, de tanta bondade, de tanta preocupação, com as pessoas acamadas, com os meninos doentes, com os meninos e meninas pobres de África são suficientes para colmatar a ausência destes actos durante o resto do ano. Ou será que as pessoas só estão doentes e são pobres nesta altura?

link do postescrito por anid, às 16:17  opina à-vontade

19.12.08

Porque é que todas as terrinhas têm que ter um Café Avenida???

link do postescrito por anid, às 14:58  opina à-vontade

10.12.08

A ida a uma entrevista, após um ano no desemprego, já não é novidade nenhuma para mim e se antes me sentia nervosa, hoje é apenas uma ligeira comichão no estômago.

 

As bofetadas já foram tantas, que o entusiasmo de alguém me ligar a dizer para ir a uma entrevista já não é nenhum. 'Que bom, vou a mais uma entrevista...', penso.

 

Já desisti de dizer que tenho algo marcado aos meus pais. Pois se eu já perdi essa sensação, eles ficam esperançados a cada ida e depois muito desiludidos com cada nega.

 

É desesperante que ao fim de tantos envios de currículos e de meia dúzia de entrevistas, continue desempregada.

 

Hoje fui a uma entrevista através de uma empresa de trabalho temporário. É certo que o que a senhora disse é verdade, que pouco mais do que o ordenado mínimo para uma pessoa que vive em Gaia e tem que ir trabalhar para o Freixieiro (Matosinhos/Maia, Est. Nac. 107) não é fácil. Mas senti que fui perder o meu tempo. Então se tinham o meu contacto móvel, é porque tinham os meus dados e se à partida isso seria um elemento eliminatório (nota: morar mais ou menos longe), mais valia nem sequer me terem chamado...

 

Amanhã tenho mais uma entrevista. Veremos se vou sair de lá tão frustrada como hoje.

 

Se não recebesse hoje um casal amigo em casa, apenas me apetecia fechar no quarto às escuras e ficar lá a lamentar-me...

link do postescrito por anid, às 18:58  opina à-vontade

5.12.08

... damos conta que simplesmente não abrimos a boca para falar. Ou em último caso, sendo o desespero tanto, começamos a falar sozinhos.

 

Será considerado diálogo???

link do postescrito por anid, às 00:09  opina à-vontade

3.12.08

Aqui por estes lados, na região do Porto, a FNAC tem tido vários personagens do panorama musical nacional, entre o GaiaShopping e o NorteShopping (pelo menos pelo que eu sei).

 

A semana passada esteve no Norte os 'Deolinda' e o David Fonseca e no Gaia estiveram os 'Per7ume', mas sem a presença de Rui Veloso. Adorava ter ido ver todos e não foi por falta de oportunidade, mas não tenho carro - o que dificulta a mobilidade - e a minha cara-metade nunca tem hora certa para chegar a casa. Porém, consegui ir ver os 'Per7ume' e diga-se de passagem que fiquei a gostar ainda mais deles.

 


 


 

Deolinda

 

link do postescrito por anid, às 16:37  opina à-vontade

2.12.08

Filha: Sabes, mãe, ainda ontem reparei que mesmo com os óculos, já ando ver mal. As legendas já aparecem com sombras.

Mãe: Então estás mesmo a precisar de mudar as lentes. Também já as tens há quase dois anos.

Filha: Sim, eu sei, mãe, mas não há dinheiro. Lembraste que estou desempregada?

 

Passado mais um tempo de passeio em conversa amena.

 

Filha: Mãe, vamos entrar nesta loja. Deve ter coisas engraçadas para oferecer ao primo dele (do namorado) de dez anos.

Mãe: Mas não tinhas dito que não tinhas dinheiro???

link do postescrito por anid, às 20:13  opina à-vontade

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